terça-feira, 8 de outubro de 2013

GUERRA NÃO TRAZ PAZ

Meus amigos e minhas amigas, a despeito de tristes tentativas de desconstrução de imagens e casos de guerra deflagradas por despeito e falta de respeito, me aterei nessa semana em falar de algo que parece ter "saído de moda" nos últimos tempos em nossa querida Campo Limpo Paulista.
Eu prefiro, assim como muitos cidadãos de nossa cidade, acreditar que tudo termina bem, se não está bem é por que não terminou ainda. Então, eu opto em ver o copo meio cheio e assim reabasteço-me de paz, alegria e esperança.
Hoje nós temos um governo municipal eleito de forma legal, democrática e legítima. Isso significa que para chegar onde está o nosso prefeito e nossos vereadores seguiram todos os passos e todas as regras necessárias para isto, portanto suas posições são inquestionáveis.
Como já disse em outras oportunidades, todo cidadão campolimpense sabe que há muito por fazer em nossa cidade, por isso confiou tal tarefa àquele que julgou ser o mais preparado para isso.
O prefeito José Roberto de Assis assumiu pela terceira vez a prefeitura não por golpe, não por processos judiciais e não por armações mirabolantes, ele foi escolhido pelo povo dentre outros três pleiteantes, por voto direto e seguindo rigorosamente as leis que norteiam essa escolha. 
E é aí onde mora minha esperança. Espero que as leis e regras, tão exaustivamente estudadas, continuem sendo respeitadas sempre, pois foi sob a luz delas que escolhemos estar onde estamos.
Não acredito que com guerra se encontre a paz, como também não acredito que quem faz guerra queira o bem coletivo, pois quem quer o bem, simplesmente faz o bem e ponto final. 
Reitero que todos nós temos o direito de discordar das coisas, mas ninguém tem o direito de utilizar essa discordância como arma de ataque, constrangedoramente, inócua. 
Sou convicto de que o bem sempre emerge e tenho esperança de que nossa cidade seguirá firme rumo à reconstrução que nos porá de volta o orgulho no peito, afinal essa foi a vontade do povo gritada nas urnas e a voz do povo é maior que qualquer murmúrio de revolta e gritos de guerra.