sábado, 19 de outubro de 2013

A AUTORIDADE DA INOCÊNCIA

Meus amigos e minhas amigas, algumas pessoas vem me questionando, ora para apoio, ora para simples crítica retórica, sobre o triste incidente que me ocorreu na ocasião em que fui diretor de comunicação na prefeitura da nossa Campo Limpo Paulista.
Sempre respondo sucintamente, que a justiça está sendo feita. 
Tento assim deixar claro, que sou o mais interessado que a justiça seja feita. Se culpado eu for pagarei o preço, mas se não o for, a dívida do acusador cresce a longas taxas.
Sem querer subestimar a capacidade de raciocínio dos amigos e amigas, mas apenas como redundância explicativa, como diriam os advogados, caso a culpa me coubesse, jamais pediria justiça, concordam?
Mas, o que me suporta em falar nesses tons não é, obviamente, a dúvida, a incerteza ou a suposta quentura de minhas gélidas costas, o que me permite dizer com firmeza e convicção chama-se "autoridade da inocência". 
É sob a luz imutável e incorruptível dela que continuei caminhando o caminho do trabalho e da "matança de um leão por dia", desde o dia que fui vitimado de chantagem e calúnia. Desde o dia em que descobri que uma irresponsável e inconsequente falácia em mídias sociais, proferidas por um garoto-mimado-pilantra-marionete-Pinóquio, fez com que meus quatro filhos sofressem as consequências de um pai desempregado e desamparado, justamente, aliás, por não dispor mais de sua honra e ter seu nome sujo de forma proporcional à sujeira da armação que mirou alvo bem maior que eu.
Confesso que o primeiro capítulo dessa novela me derrubou, fui aos poucos juntando os cacos, me remontando, lutando arduamente contra tudo e contra "quase todos", pois, nada como estar num inferno para descobrirmos quanto somos fortes e quantos somos queridos, querência essa resultado de respeito e carinho com todas as pessoas, desde a mais alta patente a mais singela posição. De minha família nada falo, pois são "hors concours".
No capítulo seguinte veio a sensação de estar sempre sendo apontado, dando a entender de que a justiça não viria e seria sempre o culpado sem culpa ou dolo, já que a sentença já havia sido consensualizada pelas fofocas e por oportunistas que, mesmo sem apuração, ditaram uma sentença, ignorando o fato de eu ser um ser humano e sem considerar minha reação, pois seus alvos eram seus próprios "bem-estar".
Mas, tudo muda, e hoje posso dizer que continuo de cabeça erguida, dormindo como um bebê a noite, pois vejo emergir a verdade e todas as pedras rolarem de volta às mãos, ou caras, de que as atirou. 
Agradeço do fundo do meu coração a todos que nunca duvidaram da minha inocência e gostaria de poder dizer que as pessoas que fizeram isso comigo podem ter o meu perdão, mas nunca terão o perdão da vida, pois, enquanto fizeram dívidas eu fiz crédito!